sexta-feira, agosto 24, 2007

Labirinto

E quando tudo parecia a esmo / E nesses descaminhos me perdia / Encontrei muitas vezes a mim mesmo...Eu temo é uma traição do instinto / Que me liberte, por acaso, um dia / Deste velho e encantado labirinto
(Mário Quintana, poema Astrologia, livro Baú de Espantos, 1986)

Um comentário:

Larissa Bohnenberger disse...

Ressucitar e quebrar o silêncio com Quintana, é maravilhoso!
AMO!
Bjs!