quarta-feira, julho 12, 2006

Uma no cravo, outra na ferradura



“A origem remota da expressão está no ato de ferrar os cavalos, dado que as ferraduras são fixadas nos cascos por meio de cravos, que entram nas unhas dos animais à força de marteladas. Em sentido metamórfico, porém, a expressão é empregada como sinônimo de imparcialidade, principalmente nas críticas. O escritor José de Alencar (1829-1877), nascido no Ceará, definiu a política de Dom Pedro II com esta máxima, registrando-a numa passagem de A guerra dos mascates.”
(Fonte: por trás das letras)

Dito perfeito para o dia de hoje e para afastar a tristeza que chegou no sábado. Cada vez me convenço mais de que o mundo da voltas... lentas, muito lentas!

4 comentários:

Sombria disse...

hmmmm... amanhã vou querer saber que voltas são estas!
Desculpem a ausência meninas!
Mas os textos estão ótimos... Vou fazer-me presente novamente!
Aguardemmmm!
Bjos!

Tita Aragón disse...

O que foi que tu não me contou?

Edilson Pantoja disse...

A lentidão tem lá, como a rapidez, seus prós e contras. Abraço de Belém!

Maria Silva disse...

Não é este o significado que lhe damos aqui em Portugal. Significa que a pessoa acerta de logo depois diz diz "besteira". Ou significa também agradar a Deus e ao diabo. É mais uma indecisão do que imparcialidade. Quando não se sabe escolher e se dispara em todas as direções.