terça-feira, junho 22, 2010

sábado, março 06, 2010

Deus lhe pague!!!

Oswaldo Montenegro, em seu show aqui em Porto Alegre, apresentando a música Deus lhe Pague do Chico Buarque, explicando do que ela se trata, em que circunstâncias fora escrita, e chamando atenção para toda a ironia envolvida na letra:

- É tipo assim, você olha praquele sacana e diz: "Meu amigo, Deus lhe pague por tudo que você já me fudeu nessa vida".

Tipo... virou minha frase de cabeceira... Deus lhe pague por ter me fudido!

domingo, janeiro 10, 2010

Infame

- Fulano contraiu núpcias.
- Meu Deus, e isso tem cura?

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Ensinamentos do Dr. House

"We are selfish base animals crawling across the earth. But because we've got brains, if we try real hard we can occasionally aspire to something that is less than pure evil"

"Somos animais egoístas e desprezíveis rastejando pela terra. E porque nós temos cérebros, se tentarmos com muito esforço poderemos ocasionalmente aspirar alguma coisa que não seja puro mal."

terça-feira, dezembro 22, 2009

TOMARA QUE MORRA!!!

É só isso, mesmo. Os meus mais sinceros e profundos desejos de morte a certa pessoa. Morte lenta. Com muito, mas muito sofrimento!

quarta-feira, dezembro 16, 2009

Gente doida, sô!

Eu não sei vocês, mas eu acho muito engraçado essas pessoas que gostam de interagir sem prpósito nenhum com completos desconhecidos. Não que eu tenha alguma coisa contra essa comunicação casual, mas é que na maioria das vezes a falta de sentido e o absurdo da situação são tamanhos que a pessoa acaba passando por louca. E inconveniente, muitas vezes.

Esses dias eu estava no supermercado no corredor dos chocolates. Íamos fazer uma sessão Sex and the City na casa de um amigo, e eu fiquei incumbida de levar a sobremesa. Enquanto me concentrava nos diferentes tipos e marcas de chocolates que lotavam as prateleiras, tentando decidir qual seria a melhor pedida, um senhor se parou do meu lado. Devia ter a idade do meu pai, talvez mais.

- Doutora, essa loja não quer que a gente compre chocolate...

- Hã?!?

- Olha os preços disso aqui?

- É pois é... caro, né?

- Pra senhora ter uma idéia, esta barra está R$4.59, mas lá no outro supermercado está R$ 3,89. Já essa aqui de R$ 3,20, nas Americanas encontramos por R$2,90. DOIS E NOVENTA, doutora.

Eu fico um pouco braba de ser chamada de senhora. Uma criança já me irrita, agora, uma pessoa que tem idade pra ser meu pai? Mas dei um desconto, uma vez que, na cabeça dele, eu era uma doutora. E doutoras devem ser chamadas de senhoras em sinal de respeito, não importa o quão jovens sejam. Uma bela baboseira em que as pessoas acreditam, mas tudo bem.

Agora, o que me intrigou não foi isso. Que diabos ele viu na minha aparência que o fez acreditar que eu era doutora de qualquer coisa. Primeiramente, eu vou trabalhar feito uma mendiga, quem me conhece sabe como me visto no dia-a-dia: calça de suplex surrada, tênis furado, camiseta que mais parece uma peneira de tão usada e lavada que já foi. Não estava de jaleco e nem nada parecido. Não tinha um estetoscópio pendurado no percoço. O único adereço que eu tinha era o crachá do hospital. Só se ele acha que todo mundo que trabalha em hospital seja doutor. Talvez seja isso.

Enfim, sei que fiquei ali por mais alguns minutos, ouvindo atentamente a diferença de preço de cada um dos itens do corredor em relação à outros locais de venda. Até que ele desistiu de tentar me convencer de que comprar chocolate ali, naquele supermercado, era burrice, se despediu e foi embora.

- Então tchau, doutora. Um Feliz Natal pra senhora.

Ufa! Antes que mais alguém se parasse do meu lado e começasse a monologar sobre qualquer coisa, peguei a primeira barra que eu vi na minha frente e saí correndo pro caixa. Já estava atrasada para ir pra casa do meu amigo. E durante todo o trajeto eu só conseguia pensar em como tem gente louca neste mundo.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Suspiro!

A única maneira de eu acordar todos os dias e ir trabalhar sem 'acidentalmente' dar um tiro em alguém, é recitar mentalmente a máxima do Seu Madruga, que virou meu mantra:

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

"As pessoas boas devem amar seus inimigos!"

Claro que não funciona, não no sentido literal, de que eu consiga vir a amar meus inimigos, mas pelo menos me distrai o suficiente para me impedir de cometer homicídios.

terça-feira, dezembro 01, 2009

Perigos do Futebol

Um garçom de 37 anos morreu ao cair do terceiro andar de um prédio de um conjunto habitacional popular, no Jardim Leônidas Moreira, região do Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo, na noite de domingo (29).

Segundo o registro policial, o acidente ocorreu quando o garçom assistia ao jogo entre Goiás e São Paulo, válido pelo Campeonato Brasileiro. Segundo uma vizinha que estava no apartamento quando o garçom caiu, ele era corintiano e estava comemorando o quarto gol do Goiás na partida contra o São Paulo, pela penúltima rodada do Brasileiro. Ela disse que o garçom havia bebido cerveja e que já havia gritado muito, inclusive pelos corredores do prédio, para festejar os gols anteriores.

No último gol, segundo a vizinha, ele subiu com os dois pés no encosto do sofá e começou a gritar da janela. O garçom, então, se desequilibrou. Antes de cair, ele tentou se segurar em um varal, que não aguentou o peso e estourou.


(http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1397368-5605,00-GARCOM+MORRE+APOS+CAIR+DE+ANDAR+DE+PREDIO+AO+COMEMORAR+GOL+EM+SP.html)

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!

Não que morte seja uma coisa engraçada... ah, quem é que eu pretendo convercer com essa conversa? Há tantas mortes hilárias neste mundo... Olha o caso do garçom podre de bêbado em questão. Tem coisa mais ridícula?

- Goooooooooooooool do goiáááááá... PLOFT!

domingo, novembro 29, 2009

Que gênio-louco é você?





Faça você também Que
gênio-louco é você?
Uma criação de O Mundo Insano da Abyssinia


quinta-feira, outubro 29, 2009

Do blog Homem é Tudo Palhaço

Esta pérola palhaça não podia passar em brancas nuvens...
E é tããããão dos palhaços entenderem que não são eles que estão por cima... Hahahahaha!

Momento reflexão

Uma coisa que sempre me chama a atenção nos comentários do blog é como o foco da palhaçada é distorcido para justificar a palhaçada em questão. E em geral, ó surpresa, essa distorção é sempre masculina. O post abaixo rendeu 58 comentários e entre eles peguei a seguinte pérola:

Nós não vamos deixar de comer se a mulher quiser dar mas tb já sabemos que não é mulher pra namorar.

Ok, amigos. Nós sabemos que vocês homens são palhaços o suficiente para ainda fazer essa incrível seleção darwiniana. As mulheres para casar vocês comem em algum momento porque, sinceramente, acho difícil alguém casar virgem hoje em dia. As que não são para casar vocês comem quando estão casados. A pergunta é: por que casar então?

Mas a questão não é essa: o post abaixo não versa sobre o tema "dar de primeira". Até porque, "dar de primeira" não justifica que alguém - mesmo namorando - "pague" namoro com outra pessoa. O rapaz em questão podia ter comido a moça, tomado café, mandado um beijo e um abraço e sumido. Não seria mais honesto?

O que faz dele um palhaço é querer manter contatinho, ligar, marcar, levar para jantar e almoçar, andar de mãos dadas pelas ruas ... pra que?

Para em um determinado momento dizer: "ops .. tenho namorada?". E ainda sugerir que nossa heroína seja sua ... "amante"?

Sei lá .. acho que no fundo o que falta ao ser humano é um pouco de caráter, talvez ética, talvez cara de pau. E quem justifica, acho que precisa repensar alguns conceitos também. Sexo é livre. A gente dá para quem quiser. Mas educação é bom e todo mundo gosta.

Palhaçada execrada por Narinha , quinta-feira, 29 de outubro de 2009.
http://tudopalhaco.blogspot.com/2009_10_01_tudopalhaco_archive.html

quarta-feira, outubro 21, 2009

Um dia morro por preguiça de acordar!

Alguém de vocês já sofreu tentativa de homicídio por asfixia, daquelas que o indivíduo coloca o travesseiro na cara da vítima e segura, enquanto ela se debate? Eu também não. Mas sei exatamente o que uma destas vítimas sente... aliás, faz mais de dois meses que toda noite eu sei o que uma destas vítimas sente. Não, não é nenhum pesadelo recorrente, é simplesmente uma crise de rinite fudida que está se recusando a ir embora e me obrigando a apelar pro uso indiscriminado de Afrin. Mais uma vez.

Mas o problema não é esse. Antigamente, quando ficava congestionada durante a noite, eu logo me acordava e fazia uso do spray mágico desobstrutor de narinas alérgicas. Mas atualmente, não sei se por causa do cansaço das horas-extras ou se pela mudança do horário de verão, isso não tem mais acontecido. Passo intermináveis horas de sono fazendo uma força imensurável para obrigar algumas moléculas de oxigênio isoladas a penetrar a barreira nasal e manter meu cérebro funcionando e meu coração batendo. Enquanto isso a rinite me entra no sonho. Posso estar em casa, num carro, num avião, numa praia, transando com o Miguel de Viver a Vida, não importa, eu fico sem ar, faço uso do Afrin e nada acontece. Mais uma vez, e nada. De novo... não. Só mais uma tentativa, e neca. E assim eu fico me debatendo em sonho e de verdade contra o oxigênio que não vem, e em nenhum momento me ocorre abrir a boca, nãããããããooo. Quando tô quase batendo as botas eu acordo e me dou conta de que estou com dor no peito de tanto fazer força pra tentar respirar pelo nariz.

Um dia desses, por pura preguiça de acordar, levantar, usar o remédio e esperar ele fazer efeito antes de poder voltar a dormir, acabo morrendo asfixiada. Só não ponham no meu obituário que faleci de congestão nasal, por favor.

sexta-feira, outubro 16, 2009

Esta lápide pode ser sua! Vem pra cá!

Nada mais apropriado para este blog, não é mesmo?

quarta-feira, setembro 30, 2009

Contas impagáveis


São vááááárias contas que eu não tenho como pagar... estava começando a me equilibrar quando fui sumariamente demitida, e ainda me deixaram um mês sem receber. O grande-buraco-negro só fez aumentar... agora tô com o cu na mão e todos os telemarketing de cobrança do mundo ligam pra mim, de hora em hora, com a mesma ladainha:
"A senhora não pode estar pagando o mínimo para estar evitando que seu nome esteja sendo encaminhando à cobrança"?
"Se eu tivesse de onde tirar o mínimo, eu pagaria só pra vocês largarem do meu pé."
"E a senhora não tem alguém que possa estar lhe ajudando"?
"Ah, querida, tudo o que eu mais queria na vida era alguém de bom coração que me sustentasse".
E a mocinha ainda se acha no direito de ficar irritada no outro lado da linha. Pode?
Eu QUERO pagar, mas não tenho COMO!
Quer saber? FUCK OFF!
Nem a Providência Divina me ajuda... já rezei pra tudo quanto é santo e nem religiosa eu sou! Vou apelar pro Capetinha da garrafa da novela das seis.

quinta-feira, setembro 24, 2009

sexta-feira, setembro 11, 2009

Da série escrevi e nem lembrava...

Paixão não se explica

Quando eu nasci, a Seleção Brasileira ainda ansiava pelo tricampeonato, e Pelé jogava futebol. Quando eu nasci, existiam duas Alemanhas, a Oriental e a Ocidental, separadas por um muro. A Tchecoslováquia era uma única nação, a Rússia ainda se chamava União Soviética, e o Brasil vivia um de seus piores momentos políticos com os militares no governo. Tanto, que o ano em que eu vim ao mundo foi imortalizado pelo Zuenir Ventura, no livro “1968, o ano que não terminou”. Quando eu nasci, o Brasil da bola queria alcançar a terceira estrela.

E foi assim que aconteceu. Ele (o Tri) veio um ano e um dia depois que o astronauta Neil Armstrong pisou na Lua, dando um passo pequeno para um homem, mas gigantesco para humanidade. Coisas do século passado, assim como eu.

21 de junho de 1970, Estádio Asteca, na Cidade do México. Brasil 4 X 1 Itália. Não lembro disso, mas, curiosamente, lembro do episódio da Lua. Provavelmente porque, para uma menina de quase dois anos, a Lua fosse uma coisa muito mais interessante do que a Seleção Brasileira, que não dava para ver da janela.

Também não faço idéia da escalação da Seleção Canarinho naquele dia de junho, muito embora, alguns nomes estejam gravados em alguma particular gaveta das minhas reminiscências esportivas. Mas experimente perguntar quem é meu diretor de cinema favorito, o título do último livro do Paul Auster, ou quem eu acho que matou a Taís, na novela das oito...

Para aquilo que eu não domino, procuro as respostas. Para situações agudas de aperto, recorro ao Google, que quase sempre salva!
Félix. Carlos Alberto. Brito. Piazza e Everaldo. Clodoaldo e Gerson. Jairzinho. Pelé. Tostão e Rivelino.

Zagalo foi o técnico (este eu não precisei buscar na internet) e Carlos Alberto Parreira, que 36 anos mais tarde, perderia a chance do tão esperado Hexa, era um modesto preparador físico. Claro, só eu não sabia desse detalhe, com certeza.

Dos dois aos 12 anos, vivi nos anos 70, década final da ditadura militar no Brasil, os Anos de Chumbo. Talvez por isso, o verdadeiro patriotismo do povo ficasse latente... e só era extrapolado na demonstração afetiva pelos talentosos brazucas em campo, jogando futebol como jamais se jogou: um verdadeiro show de bola.

Em criança, eu não entendia muito bem aquela adoração verde-amarela. Hoje, continuo sem entender. Futebol, para mim, ainda é sinônimo de domingo em que alguém com um radinho de pilha, colado na orelha, ouve um narrador falando na velocidade da luz, antes do interminável grito de gol, rasgando o silêncio preguiçoso da tarde. Indignação para uns, festa para o adversário.

Não, futebol não é a minha praia. Nem religião, nem política. Detesto barulho, foguetes, buzinas, sirenes, e multidões me deixam em pânico. Sou capaz de ficar horas contemplando a lua, em uma noite de verão, ouvindo Beethoven ou os Beatles, mas não me vejo dentro de um estádio lotado, xingando a mãe do juiz que não deu o pênalti.

Admiro e respeito paixões alheias porque acredito que coisas inexplicáveis precisam ser respeitadas. Como um gol do seu time, aos 45 do segundo tempo, que garante o título de campeão. Momento único que entra pelos olhos e fica ali, a vida toda, dentro do coração.


Porto Alegre, 14 setembro de 2007.

sábado, agosto 15, 2009

Teste diverido!

Adoro estes testezinhos para descontrair. Neste aqui você descobre qual livro nacional você seria. Apaixonada por literatura que sou, fiz o teste correndo, e o resultado me surpreendeu bastante:


"Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis

Ok, você não é exatamente uma pessoa fácil e otimista, mas muita gente te adora. É possível, aliás, que você marque a história de sua família, de seu bairro... Quem sabe até de sua cidade? Afinal, você consegue ser inteligente e perspicaz, mas nem por isso virar as costas para a popularidade - um talento raro. Claro que esse cinismo ácido que você teima em destilar afasta alguns, e os mais jovens nem sempre conseguem entendê-lo. Mas nada que seu carisma natural e dinamismo não compensem. "Memórias póstumas de Brás Cubas" (1881) é considerado o divisor de águas entre os movimentos Romântico e Realista. Uma das expressões da genialidade de Machado de Assis (e de sua refinada ironia), há décadas tem sido leitura obrigatória na maior parte das escolas e costuma agradar aos alunos adolescentes. Já inspirou filme e peças de teatro. É, portanto, um caso de clássico capaz de conquistar leitores variados. Proezas de Machado.



Me surpreendeu por que nunca fui fã ardorosa de Machado de Assis. Não é nem de perto um dos meus autores nacionais favoritos. Admiro bastante o Machado contista, mas o romancista, nem tanto. Apesar disso, a descrição no texto do resultado do teste tem tudo a ver comigo. Acho que preciso rever meus conceitos...

quarta-feira, agosto 12, 2009

Conto de fadas para o século 21

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse:

- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: - Nem fo....den...do!

(Desconheço a autoria, mas virei fã)

sexta-feira, julho 31, 2009

quinta-feira, julho 23, 2009

DIPROMA

O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando
com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.
Ele chama:
- Diproma, vai falar para sua avó trazer um cafezinho aqui pra visita!
E o amigo estranha:
- Mas que nome engraçado tem esse menino!! É seu parente?
- É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei a minha filha estudar
em Belzonte e ela voltou com ele!

sexta-feira, julho 03, 2009

Do bom (e correto) uso das partes

"Que se cague com o cu
que se foda com o pau
e que se pense com o cérebro".
(Anônimo)